• Prepare-se para a temporada Amazônica

     
    • Na Amazônia, o primeiro trimestre do ano é conhecido pela “cheia” dos rios e o último pela “vazante”, sendo o segundo e terceiro trimestres dominados pelas oscilações entre os picos da enchente ou da seca naqueles cursos d’água. Esta regra, todavia, sofre exceções. Algumas vezes a água demora a baixar, prorrogando a cheia. Em outras épocas são as chuvas que tardam, prorrogando o período de seca.

      Porém, algumas vezes, o ciclo normal das águas amazônicas sofre alterações drásticas de subida e descida por conta das chuvas que ocorrem nas cabeceiras dos rios. Nestes casos, a oscilação é tão grande que afeta o metabolismo dos peixes, modificando substancialmente o seu comportamento. Em tais situações alguns peixes ficam inativos, outros têm seu tempo de reação às ameaças alterado, passando a atacar somente se as iscas ficarem por mais tempo em sua proximidade e reduzindo assim sua área de ação. Esse fenômeno é chamado “repiquete” amazônico e faz com que peixes como os tucunarés tenham uma temporada restrita de pesca.

      Esta temporada está chegando (tem inicio em meados de setembro) e para ter êxito na captura de um grande troféu e tornar menos desgastante a jornada de pesca, que normalmente leva uma semana, quem pretende aventurar-se pela imensidão da Amazônia atrás dos grandes tucunarés, deve levar em conta alguns detalhes com relação ao equipamento.

      Confira abaixo dicas de nossa Pro Staff sobre os equipamentos adequados:

      Carretilhas
      Carretilhas com perfil baixo e mais leves são mais ergonômicas e desgastam menos o pescador, que sem dúvida irá realizar uma grande série de arremessos por dia. O recolhimento delas pode variar. As com relação de recolhimento mais alto (6.4:1 ou mais) são as melhores.

      Linhas
      As de multifilamento, por possuírem pouca ou quase nenhuma elasticidade, são as mais indicadas. As com diâmetro maior, em torno de 0,28 mm, são ideais. Um bom líder (com diâmetro entre 0,40mm e 0,55mm) é indicado para o uso de alguns plugs, não permitindo que enrosquem na linha de multifilamento. Grandes iscas de hélice e penachos podem ser amarradas direto no multifilamento.  As linhas também podem ser de fluorcarbono, material mais resistente à abrasão.

      Varas e Iscas
      Em relação às varas, as de maior comprimento podem facilitar o arremesso das iscas maiores. Por serem mais compridas, por volta de 6´6”, conseguem exercer uma maior alavanca, favorecendo o trabalho das grandes iscas de hélice por exemplo. Quando utilizadas com jigs de pêlo (penachos), também podem imprimir maior força no fundo devido ao seu comprimento, ajudando nas fisgadas, que ficam mais potentes e precisas. Já para as zaras, poppers, iscas de sub-superfície e meia-água, as entre 6’ e 6´3” são as mais indicadas. Esses plugs, dependendo do trabalho, podem exigir toques de ponta de vara seguidos (sequênciais) e esses comprimentos são mais apropriados.

      Iscas
      É importante que o pescador tenha um leque de opções de iscas que atuem em três camadas da coluna dágua, superfície (zaras, poppers e hélices), meia-água (iscas de barbela curta) e fundo (rattling e penachos). Colheres também são sempre interessantes. Assim, o pescador poderá encontrar os tucunarés em qualquer profundidade em que eles estejam.
      Para os plugs de superfície, item obrigatório na caixa do pescador, as clássicas iscas na cor “osso” são mortais. São iscas brancas, geralmente sem pintura alguma, produzidas no próprio material base (plastico). Plugs completamente brancos (pintados) também são excelentes, sejam eles de madeira ou plástico.

      Dicas
      Em condições normais, arremessar uma artificial próximo a uma boca de lagoa, formada na época das cheias dos rios, é quase certeza de uma explosão. Porém, o meio desses lagos não deve passar em branco. Muitas vezes é no meio dos lagos que se formaram entre a floresta que estão os grandes tucunarés açus. Iscas de fundo (penachos), além de cobrir uma boa área a cada arremesso, são capazes de fisgar os tucunarés que estão localizados no meio do local e no fundo. Geralmente são peixes maiores e a estratégia é muito produtiva. Iscas grandes de superfície (hélice) também podem atrair os tucunarés no meio dos lagos. Procure arremessar mais de uma vez no mesmo local, principalmente se for no meio, e prepare-se, pois a explosão na superfície da água será grande.

      Para os plugs de superfície, item obrigatório na caixa do pescador, as clássicas iscas na cor “osso” são mortais. São iscas brancas, geralmente sem pintura alguma, produzidas no próprio material base (plastico). Plugs completamente brancos (pintados) também são excelentes, sejam eles de madeira ou plástico.

      Importante
      Não se esqueça de verificar a resistência das garatéias de suas iscas antes de uma pescaria atrás dos grandes açus. Alguns modelos de isca não foram projetados para eles, porém, são muito eficientes para a espécie. Quando necessário, troque as garatéias originais por outras compatíveis e que sejam mais reforçadas (no mínimo 4X). Levar garatéias extras e reforçadas em sua caixa é interessante. Não esqueça também de verificar as argolas da isca (split-rings) e de usar snaps mais fortes.

    • Na Amazônia, o primeiro trimestre do ano é conhecido pela “cheia” dos rios e o último pela “vazante”, sendo o segundo e terceiro trimestres dominados pelas oscilações entre os picos da enchente ou da seca naqueles cursos d’água. Esta regra, todavia, sofre exceções. Algumas vezes a água demora a baixar, prorrogando a cheia. Em outras épocas são as chuvas que tardam, prorrogando o período de seca.

      Porém, algumas vezes, o ciclo normal das águas amazônicas sofre alterações drásticas de subida e descida por conta das chuvas que ocorrem nas cabeceiras dos rios. Nestes casos, a oscilação é tão grande que afeta o metabolismo dos peixes, modificando substancialmente o seu comportamento. Em tais situações alguns peixes ficam inativos, outros têm seu tempo de reação às ameaças alterado, passando a atacar somente se as iscas ficarem por mais tempo em sua proximidade e reduzindo assim sua área de ação. Esse fenômeno é chamado “repiquete” amazônico e faz com que peixes como os tucunarés tenham uma temporada restrita de pesca.

      Esta temporada está chegando (tem inicio em meados de setembro) e para ter êxito na captura de um grande troféu e tornar menos desgastante a jornada de pesca, que normalmente leva uma semana, quem pretende aventurar-se pela imensidão da Amazônia atrás dos grandes tucunarés, deve levar em conta alguns detalhes com relação ao equipamento.

      Confira abaixo dicas de nossa Pro Staff sobre os equipamentos adequados:

      Carretilhas
      Carretilhas com perfil baixo e mais leves são mais ergonômicas e desgastam menos o pescador, que sem dúvida irá realizar uma grande série de arremessos por dia. O recolhimento delas pode variar. As com relação de recolhimento mais alto (6.4:1 ou mais) são as melhores.

      Linhas
      As de multifilamento, por possuírem pouca ou quase nenhuma elasticidade, são as mais indicadas. As com diâmetro maior, em torno de 0,28 mm, são ideais. Um bom líder (com diâmetro entre 0,40mm e 0,55mm) é indicado para o uso de alguns plugs, não permitindo que enrosquem na linha de multifilamento. Grandes iscas de hélice e penachos podem ser amarradas direto no multifilamento.  As linhas também podem ser de fluorcarbono, material mais resistente à abrasão.

      Varas e Iscas
      Em relação às varas, as de maior comprimento podem facilitar o arremesso das iscas maiores. Por serem mais compridas, por volta de 6´6”, conseguem exercer uma maior alavanca, favorecendo o trabalho das grandes iscas de hélice por exemplo. Quando utilizadas com jigs de pêlo (penachos), também podem imprimir maior força no fundo devido ao seu comprimento, ajudando nas fisgadas, que ficam mais potentes e precisas. Já para as zaras, poppers, iscas de sub-superfície e meia-água, as entre 6’ e 6´3” são as mais indicadas. Esses plugs, dependendo do trabalho, podem exigir toques de ponta de vara seguidos (sequênciais) e esses comprimentos são mais apropriados.

      Iscas
      É importante que o pescador tenha um leque de opções de iscas que atuem em três camadas da coluna dágua, superfície (zaras, poppers e hélices), meia-água (iscas de barbela curta) e fundo (rattling e penachos). Colheres também são sempre interessantes. Assim, o pescador poderá encontrar os tucunarés em qualquer profundidade em que eles estejam.
      Para os plugs de superfície, item obrigatório na caixa do pescador, as clássicas iscas na cor “osso” são mortais. São iscas brancas, geralmente sem pintura alguma, produzidas no próprio material base (plastico). Plugs completamente brancos (pintados) também são excelentes, sejam eles de madeira ou plástico.

      Dicas
      Em condições normais, arremessar uma artificial próximo a uma boca de lagoa, formada na época das cheias dos rios, é quase certeza de uma explosão. Porém, o meio desses lagos não deve passar em branco. Muitas vezes é no meio dos lagos que se formaram entre a floresta que estão os grandes tucunarés açus. Iscas de fundo (penachos), além de cobrir uma boa área a cada arremesso, são capazes de fisgar os tucunarés que estão localizados no meio do local e no fundo. Geralmente são peixes maiores e a estratégia é muito produtiva. Iscas grandes de superfície (hélice) também podem atrair os tucunarés no meio dos lagos. Procure arremessar mais de uma vez no mesmo local, principalmente se for no meio, e prepare-se, pois a explosão na superfície da água será grande.

      Para os plugs de superfície, item obrigatório na caixa do pescador, as clássicas iscas na cor “osso” são mortais. São iscas brancas, geralmente sem pintura alguma, produzidas no próprio material base (plastico). Plugs completamente brancos (pintados) também são excelentes, sejam eles de madeira ou plástico.

      Importante
      Não se esqueça de verificar a resistência das garatéias de suas iscas antes de uma pescaria atrás dos grandes açus. Alguns modelos de isca não foram projetados para eles, porém, são muito eficientes para a espécie. Quando necessário, troque as garatéias originais por outras compatíveis e que sejam mais reforçadas (no mínimo 4X). Levar garatéias extras e reforçadas em sua caixa é interessante. Não esqueça também de verificar as argolas da isca (split-rings) e de usar snaps mais fortes.